Governança de TI: 3 itens fundamentais

Por Colaborador externo | 30 de Janeiro de 2015 às 14h11

Por Anindya Roy Choudhury*

Começamos mais um ano, e é esse o momento em que as companhias já têm, ou estão finalizando, seu planejamento para os próximos meses. Especificamente para os CIOs, que possuem cada vez mais responsabilidade na evolução do negócio, é hora de rever os resultados passados e investir na resolução dos desafios futuros. É o momento de revisar processos e corrigir a sua atuação, ou melhor, analisar a Governança de TI da companhia. E mesmo com um termo conhecido é importante saber que mais de 70% das empresas brasileiras possuem práticas iniciais de governança, mas não apresentam estrutura formal de processos montada. Isso significa que ainda há muito que evoluir. Pensando nisso, listamos três resultados importantes que podem ser atingidos quando a empresa realmente possui e aplica um plano de Governança de TI.

Resiliência de TI

Resiliência é a capacidade de se recuperar de interrupções, e ao mesmo tempo, minimizar a possibilidade de um acontecimento parar novamente certa atividade. Pesquisas apontam que 59% das empresas que integram o ranking Fortune 500 possuem cerca de 1,6 hora de inatividade não planejada durante a semana, gerando um custo médio anual de inatividade de 46 milhões de dólares por empresa. Para corrigir esse problema a empresa pode procurar uma solução tecnológica que recupere o processo o mais rápido possível e o impeça de acontecer novamente.

Redução de Custos

O ideal da governança de TI é também eliminar a redundância dos processos, evitando a repetição de atividades que desperdiçam o tempo e o dinheiro da empresa. Uma solução de governança vai eliminar esse tipo de operação, automatizá-lo e padronizar o seu fluxo, permitindo ainda uma análise contínua do seu desenvolvimento.

Operações de TI alinhadas aos negócios

Segundo uma pesquisa da Wipro, “a empresa que vai alcançar o sucesso é aquela em que os investimentos em TI e em valor de negócios andam de mãos dadas”. Tradicionalmente, as métricas de tecnologia têm sido o critério para mensurar o desempenho de uma organização de TI, contudo, hoje, a tecnologia da informação se tornou um diferencial competitivo e precisa ter as suas medidas de desempenho baseadas na estratégia do negócio. O ideal é que a empresa possua uma solução para a medição de KPIs do negócio e as operações de TI em tempo real, garantindo assim uma tomada de decisão mais rápida e assertiva.

*Anindya Roy Choudhury é General Manager e Head da Wipro na América Latina.

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