Primeiro jogo da Nintendo para smartphones chega ao Ocidente no dia 31 de março

Por Redação | 29.03.2016 às 13:00

Poucos dias após chegar à marca de um milhão de downloads apenas no Japão, Miitomo parece prestes a repetir o mesmo sucesso no Ocidente. A Nintendo anunciou para o dia 31 de março o lançamento de seu primeiro jogo mobile na região. Ele deve ser disponibilizado na Apple App Store e na Google Play Store.

Desenvolvido em parceria com a produtora DeNA e definido como um hub social, Miitomo permite que os usuários conheçam uns aos outros a partir de perguntas que foram criadas pela própria Nintendo. Por meio de comentários e reações dos outros, um círculo de amigos vai sendo formado, e quanto maior o alcance de suas interações, mais moedas o jogador recebe para comprar roupas e itens de personalização.

O título é free-to-play, mas claro, possui elementos de microtransação relacionados a esse caráter. Enquanto roupas, enfeites e outros artigos podem ser obtidos por meio da própria jogabilidade, outros só podem ser conseguidos com dinheiro de verdade ou por meio de um minigame de pinball, que utiliza as moedas virtuais ou as reais, caso o usuário esteja disposto a investi-las em Miitomo.

Outro aspecto do game é o Miifoto, que permite tirar fotos do personagem virtual em diversas poses e cenários. As imagens podem ser compartilhadas por meio de redes sociais a partir do próprio game. Quem não quiser criar seu avatar novamente e possuir um Wii U ou 3DS também pode importar os dados a partir de um QR Code próprio para essa finalidade. Quem possui as plataformas também pode ganhar pontos no Club Nintendo, o programa de vantagens da empresa, pela utilização de Miitomo.

O título é o primeiro de uma sequência de cinco que serão lançados daqui até o final do ano que vem, trazendo algumas das principais marcas da “Big N” para os smartphones e tablets. A ideia da empresa, em um movimento iniciado pelo falecido CEO Satoru Iwata, não é investir em simples “caça-níqueis” de seus títulos clássicos para plataformas mobile, mas sim, criar experiências novas e dedicadas a esses dispositivos, além de agregar valor e atrair mais usuários para seus consoles.

Fonte: Nintendo