Electronic Arts (EA) foi eleita novamente a pior empresa dos Estados Unidos

Por Redação | 09 de Abril de 2013 às 17h47

Nesta semana, a Electronic Arts (EA) levou pela segunda vez consecutiva o título de pior empresa dos Estados Unidos. A eleição foi realizada pelo site Consumerist, e os leitores são quem determinam qual a pior empresa.

A desenvolvedora de games levou cerca de 78% dos votos, deixando nomes como o da operadora 'AT&T' e do 'Bank of America' para trás. O Consumerist destaca três fatores essenciais de gestão para uma empresa se tornar "amigável" aos olhos do consumidor (e provavelmente a EA pecou nos três).

1. Fornecer um produto que as pessoas queiram e gostem

É claro que a EA tem jogos que vendem loucamente, mas a empresa também tem um histórico no que diz respeito ao lançamento de produtos que não agradaram os consumidores. Destaque para 'Mass Effect 3', que deixou muitos fãs com a sensação de vazio ao chegar no fim do jogo - que parece ter sido lançado às pressas. A reação negativa causada pelo ME 3 repercutiu, e a EA se sentiu obrigada a liberar um final um pouco mais satisfatório alguns meses mais tarde. Isso sem contar o SimCity, que saiu com diversos problemas e um nível de qualidade inferior ao esperado.

2. Venda de produtos a preços razoáveis

As maiores editoras de games, incluindo a EA, foram acusadas recentemente de se recusar a oferecer preços competitivos, o que significa que os consumidores devem pagar, por exemplo, US$ 60 (cerca de R$ 120) em um título simplesmente porque os estúdios disseram que é isso que ele vai custar.

3. Dar suporte aos produtos vendidos

Além do lançamento conturbado do SimCity 5, os consumidores encontraram diversos problemas com suas contas online na EA e tiveram seus pedidos de suporte e correção dos problemas ignorados, de acordo com o Consumerist. O alarde foi tamanho que, no ano passado, o chefe de serviço ao cliente da EA disse que grandes mudanças estavam por vir em relação ao atendimento de seus call centers e resposta para os clientes.

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