Por risco de incêndio, mais de 500 mil hoverboards são recolhidos; saiba quais

Por Redação | 07 de Julho de 2016 às 08h41
photo_camera Divulgação

A indústria dos hoverboards continua a enfrentar sérios problemas. Quem não se lembra de todos os casos de incêndios e explosões no ano passado causados pelos aparelhos? Em 2015, diversos fabricantes foram temporariamente proibidos de produzir novos modelos por riscos de incêndio, e aparentemente os problemas haviam sido resolvidos. Mas não foram.

De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (6), a Comissão de Segurança de Produtos ao Consumidor dos EUA recolheu mais de 500 mil hoverboards do mercado. As proibições, que anteriormente afetavam apenas empresas de menor porte, a partir de agora estão valendo para marcas consagradas por conta de uma série de denúncias de incêndio.

Claro que a motivação por trás do recall não é surpresa, já que se baseia no fato de que muitos hoverboards utilizam baterias de íon de lítio, que, sob intenso estresse, são propensas a superaquecimento, apresentando fumaça, fogo e, em alguns casos, explosões. De acordo com Elliot Kaye, presidente da comissão, "temos visto fotos de casas destruídas e famílias que se salvaram por pouco" por conta do uso dos hoverboards.

Em um comunicado sobre o recall, a CPSC disse que os consumidores devem parar imediatamente de usar os produtos das marcas citadas e entrar em contato com a empresa, solicitando reembolso, reparação gratuita ou a substituição do aparelho. Entre os produtos retirados do mercado estão o Swagway (Swagway X1), o Hovertrax da Razor, o Airwalk Self Balancing Electric Scooter, o iMoto, Hype Roam, Wheeli, 2Wheelz, Back to the Future, Mobile Tech, Hover Shark, NWS, X Glider e X Rider.

Fonte: BGR

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