MWC 2015: testamos o top de linha HTC One (M9)

Por Pedro Cipoli

Junto com o Galaxy S6 e o Galaxy S6 Edge da Samsung, o HTC One (M9) é, de longe, um dos aparelhos mais interessantes da MWC 2015. Ainda que empresa não opere mais no Brasil (o que é uma pena), não podíamos deixar de brincar um pouco com ele, já que o top de linha da HTC chama a atenção desde o início da linha One em 2013, com o HTC One (M7).

Independentemente de especificações, trata-se de um aparelho sensacional, construído em alumínio unibody, como o iPhone, fazendo dele um dos Androids mais interessantes nesse quesito. Ele é bonito mesmo desligado e a HTC investiu bastante na ergonomia do M9, com uma traseira curva que encaixa da maneira certa nas mãos.

HTC One M9

Aliás, o tamanho e a tecnologia da tela são exatamente os mesmos do M8: 5 polegadas e Super LCD IPS, mantendo a resolução de 1.920 x 1.080 pixels desde o M7. A densidade de pixels é de 441 pontos por polegada quadrada, mais do que suficiente para uma excelente experiência de uso, e acreditamos que estacionar no Full HD tenha sido uma decisão acertada da HTC, já que a diferença para o 2K é imperceptível na maioria dos casos, além de exigir menos processamento.

HTC One M9

Não que fosse fazer diferença, já que o chip que equipa o M9 é o Snapdragon 810 da Qualcomm, quase onipresente nos tops de linha neste começo de 2015, com exceção dos aparelhos da Samsung. Ao lado da versão 7 da SenseUI, interface da HTC, o conjunto resulta em uma aparelho extremamente responsivo, mais até do que o HTC One M7 que já chegamos a testar aqui.

HTC One M9

E, claro, por ser um top de linha recente, o One (M9) tem tudo o que é de mais moderno em relação à conectividade, do Bluetooth 4.1 com aptX ao 4G LTE, além do NFC, porta infravermelha e uma lista bem longa. Internamente, ele possui 32 GB de armazenamento, além de suporte para cartões microSD de até 128 GB.

HTC One M9

Não podemos esquecer as câmeras, com destaque para a traseira, que agora tem 20,7 megapixels (um salto e tanto das duas câmeras de 4 megapixels da geração anterior), e uma selfie-câmera de 4 megapixels na parte frontal. Em um teste rápido, vimos que a qualidade aumentou em relação à versão anterior mesmo com a diminuição dos megapixels (antes eram 5 megapixels),

Com quase o mesmo tamanho da versão anterior, a bateria recebeu um aumento de 240 mAh, chegando a 2.840 mAh. Depois de mexermos um pouco nele, nos parece que ele consegue ficar um dia inteiro fora da tomada sem grandes problemas, mas dificilmente chegará ao segundo dia. Sentimos que ele esquenta um pouco mais do que gostaríamos durante jogos, ainda que seja mais ou menos comum em aparelhos de metal.

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