Entrevista: Dustin Beck e Whalen Rozelle, responsáveis por eSports na Riot Games

Por Felipe Santana Felix | 10 de Julho de 2013 às 12h15

O ano de 2013 pode ainda não ter sido o marco que todos esperavam para o eSport no Brasil, mas com certeza é um dos anos mais importantes para uma modalidade que vem crescendo cada vez mais no cenário mundial.

Este ano a quantidade dos espectadores de torneios realizados fora e até mesmo dentro do Brasil ultrapassou a casa dos milhões. Vale lembrar que em todo o globo o game com maior visibilidade nesta modalidade é o League of Legends. O jogo é o mais assistido em uma das maiores plataformas de streaming do mundo, a twitch.tv, e por aqui já chegou a bater a casa dos 20 mil espectadores simultâneos em apenas uma transmissão competitiva.

Alguns de nossos times, há muito tempo na cena, já começaram a investir na modalidade e estão se profissionalizando com a ajuda de patrocinadores e até mesmo casas próprias onde os jogadores vivem e treinam durante todo o dia.

Com o objetivo de incentivar a modalidade em todo o globo, a Riot Games anunciou em 2012 uma liga para as melhores equipes de cada servidor, com estrutura para transmissões profissionais e até mesmo salários a toda a cadeia envolvida, desde comentaristas até equipe.

O projeto acabou resultando na criação da League of Legends Championship Series, LCS, que teve sua primeira edição realizada no primeiro semestre deste ano nos servidores norte-americano e europeu. A empresa também tinha planos para realizar o projeto por aqui, porém, segundo entrevista dada ao Canaltech por Bruno Vasone, Gerente Sênior de eSports da Riot Brasil, nosso país ainda está caminhando em relação ao profissionalismo dos envolvidos com a modalidade, portanto, ainda não é o momento de trazer a LCS para cá.

Mesmo sem a LCS, o torneio brasileiro de League of Legends já acontece e entre os dias 19 e 21 de julho, os amantes do game poderão ver 8 dos nossos melhores times disputando o titulo de campeão nacional e a tão sonhada vaga para a classificatória do mundial em Cologne, Alemanha. A equipe vencedora do Brasil irá competir contra turcos, latino-americanos e times de outros paises, ou regiões, onde a Riot tenha desembarcado recentemente.

Para entendermos um pouco mais sobre a LCS e as ideias que a Riot está colocando em prática para tornar sua cena profissional um verdadeiro esporte, conversamos com Dustin Beck, VP de eSports, e Whalen Rozelle, Diretor de eSports, sobre a primeira temporada da LCS e alguns elementos importados de outros esportes já consagrados principalmente nos Estados Unidos.

Acompanhe, abaixo, as partes 1 e 2 da entrevista. Enquanto a parte 1 aborda a LCS e outros aspectos do esporte, na segunda parte os profissionais da Riot falam um pouco sobre o quão importante é dar esta oportunidade aos times brasileiros de competirem o torneio mundial.

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