EUA acusam 12 agentes russos de interferirem nas eleições de 2016

Por Wagner Wakka | 13 de Julho de 2018 às 17h09
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O Departamento de Justiça norte-americano está acusando 12 funcionários da inteligência Rússia de espionagem. O grupo alega que conseguiu hackear o Comitê Nacional Democrata e a campanha presidencial de Hillary Clinton, quando ela concorreu contra Donald Trump no último do país.

Esta acusação faz parte de uma investigação que vem desde janeiro do ano passado sob a suspeita de que agentes do governo Russo teriam interferido nas eleições de 2016 dos Estados Unidos.

Com a investigação, três ex-assessores da campanha de Clinton assumiram a culpa, sendo que o próprio presidente do grupo está sob investigação especial, com suspeita de obstrução à justiça.

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A acusação do Departamento de Justiça é de que russos teriam usado ataques de phishing para conseguir acesso à rede ao comitê de campanha democrata, além do Comitê Nacional.

Ainda, os Estados Unidos acusam a inteligência militar de participação no caso de vazamento de informações feitos por um usuário chamado Guccifer 2.0. Em junho de 2016, esta pessoa teria informado jornalistas e políticos para um site chamado DCLeaks, no qual eram publicados vazamentos de informações e e-mails da campanha Democrata, além de informações confidenciais do Comitê Nacional.

A empresa de segurança na internet TheatConnect descobriu que o site era ligado ao tal Guccifer 2.0 e a um outro grupo de hackers, também russos, chamado Fancy Bear. Este último estaria ligado ao Russian Main Intelligence Directorate (GRU), principal órgão de inteligência russo, que teria comandado a criação do site.

Fonte: Tech Crunch

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