China e Estados Unidos seguem na disputa para levar o homem à Lua novamente

Por Redação | 10 de Novembro de 2017 às 18h34
CGTN

A disputa entre a China e os Estados Unidos na missão de levar astronautas de volta à Lua está começando a ficar competitiva. O país oriental pretende pousar a sua equipe até 2036 e, os Estados Unidos já avisaram que desejam voltar ao satélite natural.

A China e os Estados Unidos não estão em uma Corrida Espacial da forma que aconteceu durante a Guerra Fria, entre o país norte-americano e a União Soviética, mas suas políticas espaciais miram no objetivo de "dominar" a superfície lunar. Os seus motivos, no entanto, são diferentes.

A posição dos Estados Unidos nesta disputa é bastante madura, principalmente por serem responsáveis por quase metade dos satélites que estão em órbita no Espaço. Desde que a Gurra Fria chegou ao fim, a política do país focou em manter a sua superioridade em satélites militares, no setor de comércio espacial e na ciência planetária. Porém, a única área que não é bem aproveitada é a de voos tripulados.

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Já a China, sem pressa nenhuma, vem investindo em programas espaciais desde 1956. O país gosta de agradar ao público que tem bastante curiosidade sobre o que acontece no Espaço. Por isso, em 2013, usuários de redes sociais puderam conferir todos os passos do rover Yutu, na missão lunar Chang'e 3.

A missão chinesa de colocar o homem na Lua não está nos seus melhores anos. O Long March 5, maior e mais novo foguete chinês, teve os seus primeiros lançamentos de testes sem tripulação em 2016 e 2017, mas o segundo não obteve sucesso. Com isso, o objetivo de enviar um foguete tripulado segue sem previsão.

Apesar dos problemas com o Long March, a China não perdeu as esperanças de cumprir seu objetivo. Agora, resta ao governo americano se alarmar com os problemas enfrentados pela China para criar um programa de sucesso, como foi Apollo.

Fonte: MoonDaily

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