União entre algoritmos e infravermelho ajuda a detectar pessoas bêbadas

Por Redação | 05 de Setembro de 2012 às 21h40

Um estudo publicado no International Journal of Electronic Security and Digital Forensics mostra que cientistas criaram um documento detalhando como dois algoritmos associados a imagem térmica (infravermelho) podem ser utilizados para procurar pessoas alcoolizadas em locais públicos.

O estudo, feito por uma Universidade na Grécia, parte do princípio que o álcool no sangue causa dilatação dos vasos na superfície da pele. Depois, como ponto de partida, os dois algoritmos começam a comparar os dados recolhidos a partir de imagens térmicas.

Um algoritmo compara um banco de dados dessas varreduras faciais dos indivíduos bêbados e sóbrios aos valores de pixel de diferentes sites com rosto de pessoas. Um método semelhante já foi utilizado no passado para detectar infecções em aeroportos.

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Um segundo algoritmo é utilizado para mapear as diferentes áreas da face. O estudo apontou que, quando embriagado, o nariz de um indivíduo tende a ficar mais quente, enquanto sua testa continua muito fria. Para usar esta informação no banco de dados com o primeiro algoritmo, um segundo algoritmo foi necessário para identificar e diferenciar características.

Em alguns países, a imagem térmica já é usada para espionar potenciais criminosos. Mas a ideia agora é utilizá-la em aplicações práticas, para tentar ajudar a polícia a evitar perturbações indevidas e coisas do tipo. Será?

E você, o que acha desse método?

Infravermelho
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