Aluno super alérgico manda robô para a escola no seu lugar

Por Redação | 11.10.2012 às 11:57

Devon Carrow-Sperduti é um garoto norte-americano de 7 anos que possui problemas de saúde que o obrigam a passar a maior parte de sua vida em isolamento. Devon sofre de reações alérgicas muito graves, e o contato com outras pessoas pode levá-lo até mesmo à morte. Mas isso não significa que ele vai deixar de fazer as lições de casa que a professora manda.

Como está em idade escolar, os pais do garoto contaram com a ajuda da tecnologia para evitar que o filho ficasse completamente recluso e sem contato com outros estudantes. Um robô, chamado VGo, é quem vai para a sala de aula no lugar de Devon, enquanto ele permanece seguro em seu quarto, que fica a cinco quilômetros de distância da escola.

Segundo informações do Daily Mail, o robô possui uma tela interativa que permite que o garoto participe das aulas, respondendo às perguntas da professora e interagindo com os colegas de classe - mesmo sem nunca tê-los encontrado pessoalmente.

O robô de Devon tem a sua própria mesa na sala de aula e pode se voluntariar para responder a perguntas da sua professora por meio de uma luz piscante, em vez de levantar a mão. Os outros alunos se adaptaram bem à situação, tanto que, segundo a mãe do garoto, ninguém o chama de robô ou VGo, mas apenas de Devon.

A família teve que investir US$ 5 mil (cerca de R$ 10 mil) no equipamento para que o filho não se tornasse um recluso social. No computador que fica na mesa do quarto de Devon, existe uma câmera de alta definição, assim como no VGo, que também possui rodinhas para se locomover pela escola.

De sua casa em Buffalo, Nova York, Devon usa seu computador para enviar sinais para a VGo, o que lhe permite ver sua professora, o quadro-negro e as outras crianças de sua turma, além de emitir comandos para que o robô se mova pela escola.

Robô vai ao colégio no lugar de garoto
Robô vai ao colégio no lugar de garoto
Robô vai ao colégio no lugar de garoto