Mandaê quer se firmar como uma alternativa privada aos Correios

Por Ares Saturno | 08 de Maio de 2018 às 13h45

A startup logística Mandaê está aproveitando a insatisfação geral com a crise dos Correios para se firmar como uma alternativa privada à empresa estatal. Com uma rodada de aportes série B liderada pelo Banco Mundial, que rendeu US$ 7,1 milhões, a empresa conta com financiamento de empresas de renome, como a Qualcomm Ventures e Mercado Livre Fund, entre outras.

Sobre seus investidores, Marcelo Fujimoto, CEO da Mandaê, revela: “São fundos que já investiram em startups, inclusive de logística, pelo mundo inteiro. Além disso, possuem muita experiência e conexões de mercado. Eles sabem os desafios que temos e poderão nos dar muitos conselhos”.

Quanto à participação do International Finance Corporation, do Banco Mundial, Marcelo comentou: "A logística é um setor muito importante para o desenvolvimento dos países e enfrenta muitos problemas no Brasil. Então, para eles, fazem muito sentido investir no mercado em geral e na nossa solução em particular.”

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Outro investidor que chama a atenção na lista é o Mercado Livre Fund, que vem travando batalhas contra o aumento dos preços e sucateamento dos serviços prestados pelos Correios. Marcelo acredita que o aporte do ML traz não apenas um interesse estratégico, mas também uma esperança no serviço que a Mandaê pode oferecer ao marketplace. “O frete é um dos fatores que mais impactam a experiência no e-commerce, especialmente a taxa de conversão de consumidores. Marketplaces como o Mercado Livre estão preocupados com o setor, e acho que é um dos fatores que explica o investimento deles na gente. O mercado está carente de uma solução.”, disse Fujimoto.

Outra gigante interessada nas melhorias logísticas do nosso país é a Qualcomm Ventures, que já havia investido na CargoX, uma outra empresa de logística que, embora argentina, é atuante no Brasil.

Fonte: Exame

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