Prepare seu e-commerce para o Black Friday 2013!

Por Colaborador externo | 13 de Novembro de 2013 às 15h10

Por Fabiano Silva*

O Black Friday, evento que tradicionalmente movimenta o comércio eletrônico norte-americano, conquistou os consumidores brasileiros e, em 2013, chega em sua 3ª edição com uma expectativa de superar os R$ 217 milhões em vendas online gerados em 2012, de acordo com dados da ClearSale, empresa especializada em autenticação de compras virtuais.

Daqui a pouco menos de um mês, mais precisamente no dia 29 de novembro, o volume de requisições, transações e consultas na internet vai triplicar durante 24 horas, com liquidações e ofertas nos principais sites de e-commerce do país que participam desta ação. Nesse contexto, todos os varejistas online precisam estar preparados para uma operação especial de suporte à demanda de tecnologia e negócios que a data vai exigir. Não há espaço para riscos e indisponibilidades. O consumidor não pode ser afetado com problemas de instabilidade ou ter uma experiência negativa durante a navegação pelas lojas virtuais. Para isso os times de tecnologia e áreas de negócio envolvidos devem tomar algumas medidas importantes para não frustrar o consumidor na hora da compra: garantir alta disponibilidade de recursos (sejam computacionais e/ou de rede), fazer monitoramento contínuo do tráfego de dados e, claro, oferecer segurança das informações.

Porém, não é apenas no campo técnico que podem ocorrer imprevistos. Os processos de negócio devem ser avaliados como um todo. Imagine se o cliente compra um produto e na página do carrinho o preço da mercadoria aparece sem desconto? Ou pior, no momento em que ele conclui a compra, recebe uma mensagem de que o produto já está esgotado?

É essencial que uma equipe de engenheiros especializada em operações críticas esteja disponível para acompanhar de perto os sites durante o Black Friday, iniciando os trabalhos desde os dias que antecedem o evento online até o final do mesmo. Ainda é igualmente importante que as áreas comerciais, atendimento e tecnologia estejam em sintonia durante todo o processo.

Nesse quesito é fundamental uma relação muito próxima entre o varejista e o fornecedor de TI. Em um momento de forte pressão de demanda e tempo, flexibilidade e experiência contam muito. A capacidade de ampliar a oferta de processamento ou armazenamento aliada à condição de avaliar com rapidez e exatidão qual ponto do processo está gerando um gargalo nas operações, garantem ações corretivas assertivas, quando necessário. Contratar serviços totalmente baseados em interface web não é recomendado, pois pode acabar tornando-se um problema se for necessário recorrer a alguém para uma intervenção rápida no ambiente (normalmente uma condição não atendida por esses tipos de serviços). Se considerarmos que, por minuto, uma empresa em média pode processar até 300 transações, imagine o quanto um lojista pode perder em negócios caso sua infraestrutura não suporte a demanda?

Quando uma empresa utiliza um provedor externo de Data Center, é muito importante que tenha um diálogo direto com a equipe que gerencia a infraestrutura, para que o acompanhamento da operação seja em tempo real. Dessa forma, o varejista consegue analisar gráficos de performance dos firewalls, balanceadores e links, e ainda obtém análises de utilização do ambiente, sem contar os dados sobre comportamento de compra. Com essas informações, o comerciante se sente preparado para tomar decisões que garantam o sucesso das vendas no site, respeitando o consumidor.

* Fabiano Silva é Data Center Product Marketing da Level 3 Brasil

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