Relatório mostra quais são os 12 países mais inovadores; Veja a lista

Por Redação | 14 de Outubro de 2015 às 10h41

Para que um país se torne inovador, ele precisa criar um ambiente propício a atividades criativas apoiadas tanto pelos setores públicos, quanto pelos privados. Ou seja, ele precisa ter instituições de pesquisa científica de alta qualidade, investimentos suficientes em pesquisa e desenvolvimento, e proteção da propriedade intelectual.

Um recente relatório do Fórum Econômico Mundial lista quais são os 12 países que mais obtiveram êxito nestas questões e que estão liderando o ranking dos mais inovadores do mundo. Conheça quais são:

12 - Reino Unido

O Reino Unido está em segundo lugar em relação à qualidade de instituições de investigação científica e em quarto pela colaboração entre a universidade e indústria em pesquisa em desenvolvimento. Porém, ficou em 34º quanto aos contratos públicos de produtos avançados de tecnologia e em 18º em disponibilidade de cientistas e engenheiros.

O relatório diz que "o país criou um bom conjunto de condições para seu setor de serviços para desenvolvimento e para que Londres se tornasse o epicentro da tecnologia europeia e cena de start-up". No final, levou a décima segunda posição no ranking de inovação.

11 - Taiwan

O país ficou em 13º no ranking de gastos em pesquisa e desenvolvimento, e em 14º na colaboração da universidade com a indústria. Em relação aos contratos públicos de produtos avançados de tecnologia, Taiwan ficou em 29º e quanto à qualidade de instituições de investigação científica, em 26º.

No quesito de competitividade global, o país caiu uma colocação neste ano. O que causou isso foi a "insuficiente capacidade de inovar", como diz o relatório, afirmando que é um dos fatores mais problemáticos.

10 - Dinamarca

A Dinamarca ficou na oitava colocação quanto à relação entre patentes e aplicações, e em 11º quanto à capacidade de inovação. Porém, ele ficou somente em 65º no quesito compras governamentais de produtos avançados de tecnologia e em 35º para disponibilidade de seus cientistas e engenheiros.

O relatório indica que o país continua sendo superior aos que possuem economia mais desenvolvida, o que faz com que a Dinamarca tenha economia global competitiva.

9 - Singapura

Singapura ficou na quarta colocação em relação às compras governamentais de produtos avançados de tecnologia e em quinto lugar quanto à colaboração da universidade com a indústria em pesquisa e desenvolvimento. Porém, ficou apenas em 19º quando o assunto é capacidade de inovação.

"Com o melhor sistema de educação e formação mais elevada no mundo, Singapura está bem posicionada para aumentar a adoção tecnológica, sofisticação empresarial e inovação", aponta o relatório.

8 - Holanda

O país se encontra em sexto lugar quanto à qualidade de instituições de investigação científica e na nona posição para a colaboração de universidade e indústria para pesquisa e desenvolvimento. Porém, a Holanda ficou na 22ª colocação na questão da disponibilidade de cientistas e engenheiros, e em 21º pelas compras governamentais de produtos avançados de tecnologia.

O relatório do Fórum Econômico Mundial diz que "a economia holandesa continua a ser uma das mais sofisticadas e inovadoras do mundo, com um mercado de bens aberto e eficiente".

7 - Suécia

Na terceira posição em relação às patentes e aplicações está a Suécia, que também conquistou a quarta posição na questão de capacidade de inovação. Mas quanto às compras governamentais de produtos avançados de tecnologia, o país ficou em 23º, e em 14º referente à disponibilidade de cientistas e engenheiros.

O relatório ainda diz que o ecossistema de inovação na Suécia é beneficiado por altos níveis de adoção tecnológica e que o país possui um setor privado sofisticado.

6 - Alemanha

A Alemanha ficou na quinta colocação quanto à capacidade de inovação e em sexto quanto aos gastos da empresa com pesquisa e desenvolvimento. A única categoria que não deixou o país entre os 10 primeiros colocados foi a disponibilidade de cientistas e engenheiros, garantindo apenas a 15ª posição.

"O sistema de inovação do país é caracterizado por altos níveis de gastos das empresas em pesquisa e desenvolvimento, e em um ambiente de investigação de apoio, incluindo a colaboração de negócio com universidades e instituições de investigação científica", diz o relatório.

5 - Japão

O Japão garantiu a primeira colocação quanto às patentes e aplicações e a segunda em relação aos gastos da empresa em pesquisa e desenvolvimento. Porém, o país ficou apenas na 16ª posição pela colaboração entre universidade e indústria, e em 14º para a capacidade de inovação.

O relatório comenta que as instituições de investigação de alta qualidade e gastos da empresa com pesquisa em desenvolvimento, juntamente com uma excelente disponibilidade de cientistas e engenheiros, contribuiram para um ambiente global altamente inovador.

4 - Estados Unidos

Os Estados Unidos ficaram na segunda colocação mundial em relação à capacidade de inovação e também na colaboração entre universidade e indústria. O país norte-americano também ficou em 11º na questão de contratos públicos de produtos avançados de tecnologia.

O relatório afirma que a principal força do país é a sua combinação única de capacidade excepcional de inovação e do grande tamanho do mercado, além das suas empresas sofisticadas. "A capacidade de inovação do país é impulsionada pela colaboração entre as empresas e as universidades, capital humano e empresarial, e despesas em pesquisa e desenvolvimento", pontua o relatório.

3 - Israel

Israel ficou entre os 10 primeiros no ranking de todas as categorias, sendo em terceiro para a capacidade de inovação e para a qualidade de instituições de investigação científica. O país ainda ficou em oitavo quando à disponibilidade de cientistas e engenheiros, e em compras governamentais de produtos de tecnologia avançada.

No ranking geral, segundo o relatório, Israel foi classificado como uma das nações mais competitivas e inovadoras do mundo.

2 - Finlândia

A Finlândia conquistou a primeira colocação mundial quanto à disponibilidade de cientistas e engenheiros, e também na colaboração entre universidade e indústria em pesquisa e desenvolvimento. A única categoria em que o país que não chegou ao top 10 foi as compras governamentais de produtos de tecnologia avançada, ficando apenas em 33º.

O relatório conclui que o sistema de ensino superior da Finlândia está entre os melhores do mundo e que o setor empresarial é um dos mais inovadores. Segundo lugar merecido.

1 - Suíça

A Suíça conquistou a primeira colocação em três categorias: capacidade de inovação, qualidade de instituições de investigação científica e gastos empresariais com pesquisa e desenvolvimento, ficando para trás apenas em disponibilidade de cientistas e engenheiros, com a 23º posição.

De acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial, a Suíça se beneficia "graças às suas instituições de classe mundial de pesquisa, altos gastos em pesquisa e desenvolvimento por empresas e uma forte cooperação entre o mundo acadêmico e o setor privado". Também ganha destaque o nível de sofisticação empresarial e a capacidade de "alimentar e atrair talentos".

O relatório completo pode ser visto aqui. Conseguiu ver o Brasil na lista completa? Pelo menos ficou em quarto lugar no ranking da América Latina, atrás de Chile, Panamá e Costa Rica. Ainda temos muito o que aprender.

Via: Business Insider

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