A importância do Streaming na evolução do conteúdo erótico

Publieditorial | 10 de Agosto de 2015 às 17h37

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A relação entre os conceitos ‘ao vivo’ e conteúdo erótico não poderia ser melhor desde a chegada da internet. Com as primeiras transmissões de áudio há exatos 20 anos, a distribuição de conteúdo em tempo real (Streaming) tirou a internet da posição de fonte de notícia velha e mal pautada para a primeira colocada em velocidade de transmissão de dados.

Hoje, novas tecnologias como as Redes de Fornecimento de Conteúdo (CDN) e a invenção dos óculos de realidade aumentada, por exemplo, permitem uma experiência ainda difícil de acreditar, mas que envolve pouco hardware, os cinco sentidos e pessoas reais; tudo isso ao vivo e o melhor, da forma mais secreta e exclusiva possível.

Então é fato que a evolução na disseminação do conteúdo erótico foi marcada por idas às vídeolocadoras em um tempo onde todos tinham um videocassete, até a chegada da rede mundial de computadores, onde tudo isso mudou drasticamente.

A indústria do prazer migrou sem medo e na vanguarda da internet por todas as renovações e novos modelos de negócios. Se sobrevivemos ao Ligue Djá de Walter Mercado e ao disk amizade, além dos sites de vídeos pornôs, é claro, que infectavam os computadores com mais de centenas de vírus desconhecidos, é porque sabíamos que algo melhor estava por vir.

Foi passando a entender o que as pessoas queriam, e a frente no conhecimento tecnológico, que esse setor se renovou a cada dia, aplicando cada nova tecnologia para tornar a experiência do usuário única e o mais real possível.

Em troca, a internet acrescentou ao conteúdo erótico um elemento fundamental: a experiência compartilhada em tempo real. O sexo virtual, diferente do conteúdo pornográfico em si, não se resume mais a uma experiência solitária graças ao Streaming.

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Essa inovação possibilitou elevar a outro nível a experiência do conteúdo erótico, possibilitando conversar com uma camgirl via webcam e compartilhar desse momento erótico em tempo real com ela. Se antes o acesso a esse tipo de conteúdo era difícil e dispendia tempo, hoje tudo que é preciso é ter uma boa webcam e uma conexão banda larga.

Justamente por essa possibilidade de ter o erótico ao alcance das mãos que esse mercado invadiu aplicativos como o Snapchat, onde vídeos de até 10 segundos se autodestroem, até chegar às grandes marketplaces de sexo virtual HD, como o CameraHot, que ganha cada dia mais admiração entre o público masculino e feminino ao apostar na qualidade e tecnologia para os usuários vivenciarem uma experiência muito mais sensorial do sexo ao vivo, além de incentivar o empoderamento feminino acerca da sexualidade e sensualidade da mulher.

“A intenção era criar um ambiente virtual no qual a pessoa tivesse contato com outro tipo de erótico, saindo do clássico e frígido pornô e indo de encontro ao real, mesmo que pela internet”, conta Fábio Morais, CEO do CameraHot.

Para ele, o diferencial do CameraHot é justamente por conta da equipe de profissionais que investem tempo em buscar as melhores tecnologias para que o serviço seja entregue da forma que o usuário espera.

É essa estrutura tecnológica por onde trafega o sexo virtual que eles aprimoram cada dia mais. “Hoje as modelos se conectam ao servidor de Streming em São Paulo que é replicado para diversas CDN’s, com 25 pontos de distribuição cada, espalhadas por todo Brasil. Ao final, o conteúdo é sempre entregue ao usuário pelo servidor mais próximo de sua localização, evitando qualquer mínimo delay durante a transmissão”, explica Caio Farinazzo, Diretor de Tecnologia do CameraHot.

A importância desse sistema é priorizar o tempo real de exibição, diminuindo a quantidade de frames perdidos na amostragem do vídeo, além de garantir a qualidade na exibição de vídeos em larga escala, especialidade do site.

O usuário e as camgirls ainda tem a garantia de que o vídeo não deixará rastros no servidor da empresa, sendo exibido somente aquela única vez. Assim como no teatro, cada show é único e não pode ser visto novamente, isso faz com que o sexo virtual tenha mais este glamour do instante único e perfeito.

Mas a mudança não vem somente na forma com que o vídeo é transmitido. “Nós procuramos entender o que o usuário espera ao entrar em um site de sexo ao vivo e percebemos outra demanda advinda da evolução tecnológica que estamos vivendo: agora os usuários também querem o acesso via mobile”, afirma Farinazzo.

Pensando nisso, o time da CHT Tecnologia Ltda, empresa responsável pelo site CameraHot, saiu a frente no mercado e já marcou para o final de agosto o lançamento do site para celulares e tablets.

“Nós mudamos a tecnologia para conseguir entregar o vídeo em HLS, possibilitando que ele seja visto em todos os dispositivos móveis. Construímos um código otimizado e paralelo ao site, com layout independente, mas que carrega as principais funcionalidades, como assistir ao vivo sua modelo favorita, recarregar créditos na sua conta, cutucar a camgirl e trocar mensagens, além de ter acesso ao álbum de fotos de todas as modelos.”

O aplicativo é completamente independente do site e promete a mesma qualidade durante a experiência, porém, mais ao alcance das mãos ainda (literalmente).

Pois é, se antigamente ter contato com conteúdo adulto era difícil e exclusivo às locadoras, hoje esse contato com o erótico é visto em tempo real graças ao Streaming e também pode ser feito através de celulares e tablets; de onde você estiver, com a mesma qualidade digital.

Com tudo isso, o que a evolução tecnológica nos mostrou é que não importa de que forma você deseja vivenciar uma experiência nova, elas são muito mais possíveis do que jamais imaginaríamos.

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