Diretora do Waze não sabia que app era utilizado no Brasil para evitar blitz

Por Redação | 24.10.2013 às 16:58

Em visita ao Brasil, a diretora de parcerias globais do Waze – serviço gratuito de mapa social –, Di-Ann Eisnor, afirmou que utilizar o app para fugir de blitz policiais é uma peculiaridade do público brasileiro. Em declaração veiculada pelo site da Folha, Eisnor enfatiza que essa "é uma situação única no Brasil. Nos EUA, a Apple fez uma avaliação (para evitar esse tipo de uso) e não tivemos problemas".

Hoje, o Brasil é a segunda maior base de usuários do Waze, ficando atrás somente dos Estados Unidos, o que transforma o país em um dos mercados prioritários da companhia. Assim, como parte desse panorama, ainda de acordo com a Folha, alguns membros do Waze estão no país em busca de parcerias com empresas locais para fazer com que o aplicativo seja ainda mais conhecido entre os usuários de smartphones.

Um detalhe interessante a ser lembrado é que o sucesso do Waze está diretamente ligado à forma como os mapas são disponibilizados, já que todos os usuários colaboram para que ele auxilie na escolha das melhores rotas, seja desviando de engarrafamentos ou, no caso do Brasil, de uma blitz.

O Waze é um aplicativo desenvolvido por uma empresa israelense que em junho foi adquirida pelo Google em um negócio avaliado em US$ 1,1 bilhão.