Resumo Cripto: as notícias que movimentaram a semana no mercado de criptomoedas

Resumo Cripto: as notícias que movimentaram a semana no mercado de criptomoedas

Por Diego Marques | Editado por Claudio Yuge | 24 de Junho de 2022 às 22h20
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Apesar de o preço da principal criptomoeda do mercado, o Bitcoin, não ter passado por grandes oscilações, a semana foi agitada. Um evento que assustou os investidores brasileiros foi o “bloqueio” das transações de saque e depósitos na Binance nos últimos dias.

Veja essa, outras notícias e também um panorama dos preços das principais criptomoedas.

Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, está “bloqueada” no Brasil

A Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, responsável por negociar mais de US$ 10 bilhões (R$ 51 bilhões) diariamente, está “bloqueada” financeiramente no Brasil. O impedimento começou dia 17, após o Capitual, fintech responsável pelas operações da empresa no país, parar de realizar as transações de depósitos e saques dos mais de 4 milhões de usuários brasileiros.

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Investidores de Bitcoin têm prejuízo recorde na história da criptomoeda

A Glassnode, uma empresa especializada em dados de criptomoedas, divulgou uma pesquisa no último dia 19 com registro de muitos investidores de Bitcoin não suportando a desvalorização e vendendo suas criptos. A companhia destacou que o período entre 16 e 18 de junho entrou para história, com perda recorde de toda a trajetória de BTC. Em três dias, os detentores da moeda digital tiveram um prejuízo diário no valor de US$ 2,4 bilhões (R$ 12 bilhões), somando perdas de mais de US$ 7,3 bilhões (R$ 37 bilhões).

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Receita Federal exige pagamento de imposto em negociação entre criptomoedas

A Receita Federal voltou a lembrar que o pagamento de impostos para brasileiros que obtiverem lucro nas transações entre criptomoedas que superarem R$ 35 mil em um mês se tornou obrigatório em maio — a recordação vem em um momento de turbulência no setor, que vive intensas trocas de moedas digitais.

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Votação da Lei das Criptomoedas é adiada com item polêmico

A Câmara dos Deputados adiou a votação do projeto de lei que regula o mercado de criptomoedas no Brasil. O pleito estava marcado inicialmente para segunda-feira (20), e depois ficou terça (21), antes de ficar atualmente travado por tempo indeterminado. Além da crise na Petrobras, que tirou o foco da pauta, há divergências em relação a um item polêmico.

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Wall Street vê sinal de alerta com queda nos preços das criptomoedas

Conhecido como “inverno cripto”, os períodos de baixa do mercado costumam apresentar forte desvalorização nos preços dos criptoativos. A atual tendência de baixa não tem sido diferente. No início de 2021, o valor total de capital investido no setor era de cerca de US$ 3 trilhões (R$ 15 trilhões). Atualmente esse montante caiu cerca de 70%, o que tem deixado Wall Street, o maior centro financeiro do mundo, preocupado.

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Fechamento semanal dos preços das criptomoedas

Bitcoin, a principal criptomoeda, não passou por grandes oscilações no preço. Nos últimos sete dias, a moeda digital registrou uma valorização de 4%, muito diferente da semana anterior, em que teve uma baixa superior a 20%. No momento da escrita está sendo negociada por US$ 21,4 mil (R$ 112 mil). A moeda digital iniciou a segunda-feira (20) a US$ 20,5 mil (R$ 107,5 mil).

A Ethereum, segunda principal moeda digital, apresenta boa margem de ganho em relação ao Bitcoin, mas também não passou por grandes oscilações. Começou a semana a US$ 1,28 mil (R$ 5,9 mil). No momento da escrita é negociada por US$ 1,23 mil (R$ 6,5 mil); e nos últimos sete dias registra uma valorização de 13%.

A Binance Coin tem alta de 11,7% na semana, e é negociada atualmente por US$ 241 (R$ 1,26 mil). A XRP, que desde 2020 enfrenta processo na justiça norte-americana, acumula 15% de alta nos últimos sete dias, e no momento da escrita vale US$ 0,37 (R$ 1,94).

Já a Cardano, a oitava na lista das principais criptomoedas, não empolgou muito os investidores e registra uma valorização de apenas 3,5%, sendo negociada nesta sexta a US$ 0,50 (R$ 2,62). O destaque vai para a Solana que na semana alcança uma valorização recorde de 35%, chegando a atuais US$ 42,40 (R$ 222,00).

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