Novo Xbox deve focar no serviço de streaming de jogos XCloud

Por Jessica Pinheiro | 24 de Julho de 2018 às 12h58
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A Microsoft já está trabalhando em sua próxima geração de consoles e a previsão é que o lançamento aconteça em 2020. A expectativa é que o hardware supere o do Xbox One X em questão de capacidade, mas, ao que parece, a empresa também pretende apostar em streaming de jogos, lançando os futuros títulos desta forma.

Segundo o site Thurrott, a Microsoft estaria desenvolvendo duas versões do seu próximo console: a primeira delas mais parruda e focada na jogatina local; e a segunda, mais modesta, voltada para a jogatina via streaming. No caso desse segundo modelo, a ideia da companhia seria dividir o processamento dos jogos em execução tanto localmente quanto na nuvem, uma medida para evitar lags e outros problemas do gênero.

O console da próxima geração está sendo chamado de Scarlett por aí, e a gigante de Redmond revelou recentemente que está trabalhando em um serviço de streamings para o Xbox que irá funcionar com qualquer dispositivo – algo que irá complementar a assinatura Xbox Game Pass, considerada como uma “Netflix dos videogames”.

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Algumas fontes ainda comentaram que a Microsoft está investindo na criação de data centers capazes de suprir o suposto serviço de streamings de videogames, o qual está sendo chamado internamente de XCloud. Diz-se, inclusive, que a empresa tem experimentado combinar quatro consoles Xbox customizados em um único servidor, os quais serão voltados inicialmente aos desenvolvedores que pretendem contribuir com games para a nuvem.

E, enquanto a Sony lançou seu próprio serviço de streaming de jogos, o PlayStation Now, para PCs e PlayStation 4, a Microsoft quer oferecer o XCloud a uma variedade de dispositivos, incluindo smartphones. A empresa está investindo bastante em sua própria nuvem, crescendo na indústria de videogames com base em plataformas de assinatura.

A receita da casa do Windows também cresceu 39% no último trimestre, o que impulsiona as previsões para um crescimento gradativo e um futuro promissor na indústria; mesmo contra diversos outros serviços de streaming de games já em voga, como é o caso do GeForce Now, Shadow, Liquid Sky e o própria PlayStation Now.

O que a empresa se propõe a fazer de diferente, nesse caso, é investir pesado em poder de processamento e disponibilidade para evitar latências e queda de frames em jogos mais rápidos e que exigem mais dos servidores. Se tudo isso vai vingar ou não, teremos de esperar para ver.

Fonte: The Verge

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