Nintendo estaria produzindo novas versões do Switch, mas não na China

Por Felipe Demartini | 12 de Junho de 2019 às 15h32
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A Nintendo quase anunciou as tão comentadas novas versões do Switch na E3 2019, não fosse a briga comercial entre Estados Unidos e China. De acordo com rumores publicados nesta quarta (12) na imprensa americana, a empresa se viu obrigada a redirecionar os esforços de fabricação das versões inéditas da plataforma, o que levou a um adiamento na revelação deles.

Segundo boatos que saíram no Wall Street Journal, tanto a produção dos consoles inéditos quanto da edição tradicional do Switch foram entregues a parceiros no sudeste da Ásia. A Nintendo não teria abandonado as unidades de fabricação da China completamente, mas estaria se preparando para mais aumentos nas tarifas de importação para os EUA e, por isso, buscando incrementar esse trabalho a partir de países que não estejam sob as mesmas normas.

As informações, inclusive, indicam que os três modelos coexistiriam por algum tempo, com a atual forma do Switch permanecendo no mercado por pelo menos mais algum tempo. Afinal de contas, os rumores anteriores apontam para focos nas duas variações que o vídeo game proporcionou aos jogadores — uma teria maior poder de processamento e poderia ser exclusivamente focada na jogatina na TV por conta disso, enquanto a outra faria o oposto e melhoraria a tela para dar ênfase exclusiva no modo portátil da plataforma.

A mudança nas parcerias relacionadas à fabricação do Switch também seria uma maneira de garantir que a demanda, principalmente, dos Estados Unidos seja atendida no momento em que as novas versões chegarem ao mercado. A expectativa é que os novos aparelhos deem as caras nas prateleiras ainda neste ano, em antecipação à nova geração de consoles de mesa que será lançada somente no Natal de 2020.

A Nintendo não comentou os rumores sobre novas versões do Switch, mas disse que está sempre explorando novas parcerias e possibilidades para a fabricação de seus dispositivos. A companhia não elaborou mais nada sobre o assunto, afirmando apenas que a maior parte da produção de seu vídeo game atual acontece na China.

Fonte: The Wall Street Journal

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