Software representa mais de 83% das receitas em nuvem pública em 2015

Por Redação | 15 de Agosto de 2016 às 23h20

Segundo dados da consultoria IDC, o software foi o principal gerador de receitas de nuvem pública em 2015. Somente ele representou 83,7% do total das receitas e seguirá sendo o carro-chefe para os próximos quatro anos. De acordo com a estimativa, a receita mundial com serviços na nuvem pública é projetada para mais de US$ 195 bilhões em 2020, o que representará mais do dobro dos US$ 96,5 bilhões estimados para 2016.

Para a IDC, o software na nuvem abrange a capacitação de produtos em três mercados primordiais: aplicações como serviço, desenvolvimento e implementação de aplicações e software de infraestrutura como serviço. De acordo com Benjamin McGrath, analista de modelos de negócio e SaaS, "o software na nuvem vai ultrapassar rapidamente a distribuição de software nos próximos cinco anos, crescendo três vezes mais que o mercado global e tornando-se um catalisador significativo de incremento para todos os mercados de software funcional".

As indústrias que mais gastam com serviços na nuvem pública são a manufatura, banca e serviços profissionais, que representam quase um terço das receitas em 2016. Já as indústrias que mais verão incremento são mídia, telecomunicações e varejo. "Em 2020, cerca de metade de todas as aquisições de software empresarial será de software com serviços, e o software na nuvem irá constituir mais de um quarto das vendas", complementa McGrath.

Segundo o Índice Global de Cloud da Cisco, de 2015, o modelo de serviço SaaS será o modelo mais procurado e adotado para cargas de trabalho nas nuvens públicas e privadas em 2019. Daqui a três anos, 59% do total das cargas de trabalho na nuvem serão oferecidos como SaaS, valor bem acima dos 45% registrados em 2014.

Via Convergência Digital

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