Estudo mostra que serviços em nuvem cresceram no Brasil, mas o uso ainda é baixo

Por Redação | 30 de Setembro de 2015 às 08h16

O estudo "A Conectividade nas Empresas Brasileiras", realizado pela Embratel/Teleco com 400 empresas de TI de pequeno, médio e grande porte no Brasil mostra que os serviços de Cloud Computing cresceram de 8% para 17%. O principal uso se dá em aplicações de segurança, e-mail, armazenamento e backup.

Ainda de acordo com o levantamento feito nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Recife, o mercado brasileiro já ultrapassou a fase de conhecimento para aderir totalmente a tecnologia da computação em nuvem. Em relação à área de Data Center, a pesquisa aponta que 75% das empresas consultadas ainda utilizam servidores internos e que cerca de 13% dos entrevistados armazenam informações nos computadores dos seus próprios funcionários. Apenas em 7% das companhias a hospedagem externa é uma realidade.

A pesquisa também destaca a mobilidade com o aumento do uso de dispositivos móveis, como os tablets e celulares. O estudo concluiu que 59% das empresas estão precisando aderir ao movimento BYOD (Bring Your Own Device), que consiste no fato dos funcionários levarem os seus dispositivos pessoais ao local de trabalho.

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Com isso, deve haver uma maior demanda para a contratação de MDM (Mobile Device Management) para a segurança e a gestão dos dispositivos. O relatório mostra que os aplicativos MDM estão presentes em 30% das empresas que têm se mostrado preocupadas com a adoção de políticas que possam evitar possíveis invasões. O serviço de voz, mesmo que em constante queda, ainda é o canal de comunicação mais usado pelas corporações diariamente.

Cerca de 69% das empresas utilizam a voz como o principal meio de comunicação, sendo o meio usado 59% das vezes para falar com fornecedores e 56% para relacionamento com os clientes. O Diretor Executivo da Embratel, Marcello Miguel, destaca a queda significativa no uso de voz, que registrou 80% na primeira onda. "Apesar disso, a comunicação por voz ainda é predominante", ressalta.

Fonte: Convergência Digital

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