Brasil e México são os países com mais adeptos do armazenamento em nuvem

Por Redação | 07.08.2015 às 08:15

Cerca de 44% dos brasileiros e mais da metade da população online mexicana acreditam que o armazenamento na nuvem de conteúdos como fotos, documentos e músicas é essencial. As informações são de um estudo global feito pela GfK.

A pesquisa mostra que o armazenamento de conteúdo na nuvem é considerado essencial para quase um terço da população mundial conectada. Foram feitas 26 mil entrevistas em 22 países e a América Latina é o local que mais registrou adeptos, com destaque para o México e o Brasil.

Quase metade (49%) dos mexicanos confirmou a questão, deixando o seu país como "o líder mundial da nuvem", seguido pelo Brasil, com 44%; Turquia, com 43%; China, com 40%; Rússia, com 37%; e Argentina, com 36%. Por outro lado, alguns países discordaram da necessidade do armazenamento em nuvem, como a Alemanha (50%), Canadá (39%), Austrália (37%) e Suécia (34%).

Eliana Lemos, diretora da GfK, comenta que a significativa porcentagem de consumidores que consideram a computação em nuvem como algo essencial sinaliza um enorme potencial do mercado para o desenvolvimento de negócios relacionados a esse tipo de serviço. "O armazenamento não é o único atributo da computação em nuvem. A conveniência de poder acessá-la a partir de qualquer lugar, por meio de múltiplos dispositivos, também é uma característica de muita relevância", afirma Lemos.

A executiva ainda comenta que os serviços em nuvem são mais populares em mercados que adotaram a internet de maneira tardia e onde o uso dos dispositivos móveis ultrapassa a de computadores de mesa. "A necessidade de maior capacidade de armazenamento faz da nuvem uma experiência absolutamente natural para esses consumidores", finaliza.

Ainda de acordo com a pesquisa, a maior parte dos adeptos da computação em nuvem possui idade entre 30 e 39 anos, sendo esse grupo responsável por 37% das respostas afirmativas da pesquisa. Entre os usuários de 20 a 29 anos, o nível de adesão conta com 35% de concordância. Entrevistados com idades entre 50 e 59 anos, e acima dos 60, tiveram níveis de discordância elevados.