Estudo: empresas podem economizar 42,9 milhões de euros ao adotar a nuvem

Por Redação | 30 de Julho de 2013 às 16h30

Um novo estudo da Global e-Sustainability mostra que as empresas seriam capazes de reduzir em cerca de 95% suas emissões de gás carbônico na atmosfera se adotassem aplicações de e-mail, CRM e partilha no modelo de computação na nuvem. A redução dos gastos com energia elétrica ao adotar a nuvem poderia chegar a 49,2 milhões de euros (R$ 148 milhões) ao ano, com as despesas sendo reduzidas para apenas um milhão de euros (R$ 3 milhões). As informações são do Computer World.

A pesquisa, patrocinada pela Microsoft, mostrou que 60% das reduções de emissão de CO2 estimadas estão relacionadas diretamente à adoção da computação na nuvem por pequenas e médias empresas. O estudo levou em consideração dados de mercados como Brasil, Canadá, Portugal, China, República Tcheca, França, Alemanha, Indonésia, Polônia, Suécia e Reino Unido.

Ainda segundo os resultados da pesquisa, se 80% de todo o universo empresarial nos 11 países analisados utilizasse aplicações na nuvem, cerca de 4,5 milhões de toneladas de CO2 seriam cortadas das emissões mundiais a cada ano. O montante equivale a 2% de toda a pegada de carbono do mercado de TI nesses países, e seria o equivalente a tirar de circulação 1,7 milhão de automóveis.

Com a adoção da nuvem, a pesquisa da Global e-Sustainability estima que haverá uma redução de 92% de servidores suportados pelas empresas em seus prédios e escritórios. E, trabalhando com a possibilidade de que a maioria das empresas no mundo todo adotem a cloud, a pesquisa estima que isso resultaria na redução de 9 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera do planeta.

As poupanças também ampliariam seus rendimentos em cerca de 1,9 bilhões de euros (R$ 5,7 bilhões), que são referentes aos gastos das empresas para manter seus servidores funcionando, por volta de 2020.

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