Brasil é o país mais adepto da computação na nuvem em toda a América Latina

Por Redação | 13 de Agosto de 2013 às 12h21

O Brasil é o país mais adepto da computação na nuvem de toda a América Latina, com cerca de 18% das pequenas e médias empresas do país utilizando esse tipo de sistema. A empresa estima que esse número suba ainda mais até o final do ano, chegando a 35%.

Os dados são de um estudo realizado pela IDC e divulgado pelo IDG Now. A pesquisa apontou ainda que as empresas brasileiras (60%) preferem utilizar nuvens privadas em vez de serviços públicos de armazenamento. A diferença entre os dois tipos de nuvem é que na privada a empresa possui total responsabilidade pelo desenvolvimento, o que gera um aumento nos gastos com infraestrutura e profissionais qualificados – algo que anda em falta no mercado de TI.

O site cita ainda outro estudo, da Carbon Disclosure Project, que mostra a ampla adoção da cloud computing nos Estados Unidos. As empresas norte-americanas planejam investir 69% na implantação de serviços na nuvem até 2020 para se tornarem mais sustentáveis.

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Outro levantamento recente feito pelo Uptime Institute apontou que 17% das empresas estavam usando nuvens públicas, um aumento considerável perante os 10% do ano passado. Os números são parecidos com o estudo da IDC. O Uptime Institute levou em conta as respostas de 1.000 operadores de data centers, gerentes e executivos em vários países e foi realizado entre os meses de fevereiro e abril deste ano.

Porém, o escândalo do caso PRISM e todo o esquema de espionagem norte-americano pode corroer a cota de mercado estrangeiro para os servidores de nuvem dos Estados Unidos. A revelação do esquema de espionagem do governo levantou uma série de perguntas sobre a segurança dos dados, o que pode significar que as empresas passem a olhar mais para nuvens privadas, mudando o cenário desenhado anteriormente. O Brasil, por exemplo, foi um dos países que reagiu ao caso PRISM.

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