Dez profissões que poderão ser executadas somente por robôs no futuro

Por Redação | 04.05.2016 às 21:05

Algumas previsões dizem que até o ano de 2035 robôs já poderão executar metade das funções profissionais no Japão. Outras mostram que os empregos com salários mais baixos nos Estados Unidos em breve contarão com funcionários robóticos no lugar dos humanos. Essa realidade já saiu dos roteiros de ficção científica e passou a ser uma tendência real neste século XXI, e existe uma possibilidade verdadeira de diversas funções no mercado de trabalho simplesmente não precisarem mais contar com um funcionário humano. Quais seriam então as dez primeiras?

Motoristas em geral

Acredita-se que trabalhar como motorista de ônibus, de táxis e em empresas de transportes seja uma profissão que ficará no passado. Quer dizer, no passado dos humanos, e no futuro dos robôs, que deverão assumir essa função. Vai dizer que com a chegada dos veículos autônomos os motoristas humanos não ficarão praticamente obsoletos?

carro autônomo Google

O carro autônomo do Google, que dispensa o motorista (Reprodução: Divulgação)

Profissionais da lei

Empregos administrativos estão na lista dos que mais correm risco de serem executados somente por robôs em um futuro próximo, e a função alguns advogados e paralegais faz parte deste grupo. Uma vez que tratam-se de funções que, para serem realizadas, basta ter um conhecimento técnico, uma inteligência artificial é perfeitamente capaz de ocupar o lugar de uma pessoa.

Analistas financeiros

Esses profissionais entram no mesmo caso dos advogados mencionados acima: por se tratar de uma função que praticamente só depende de conhecimento técnico, é possível que seja realizada por seres robóticos no lugar dos humanos.

robô

Jornalistas

Apesar de muitos textos jornalísticos contarem com um toque humano e com o “insight” do redator ou repórter na redação do material, acredita-se que boa parte dos textos publicados nos sites de notícias possa ser redigida por robôs. Sabe aqueles textos não opinativos, que somente informam o resultado de uma partida de futebol, ou notas sobre o mercado financeiro do dia? Então.

Profissionais de marketing

Um bom publicitário não será substituído, mas aqueles profissionais que realizam divulgações online mais, digamos, “básicas”, que não dependem tanto assim de sua criatividade, podem ter seus empregos ameaçados por robôs ou inteligências artificiais no futuro.

Entregadores

Os drones de delivery estão chegando, e é possível que muito em breve serviços de entrega como dos Correios vejam sua forma tradicional de trabalhar mudar radicalmente com o ingresso de seres robóticos competindo pelas vagas de trabalho com os humanos.

Amazon Prime Air

O Amazon Prime Air, drone de entregas da gigante do varejo (Reprodução: Divulgação)

Farmacêuticos

O UCSF Medical Center já automatizou as farmácias de dois de seus hospitais, nos Estados Unidos, e até então o sucesso é certo. Isso revela a tendência de farmácias adotarem robôs para a função de farmacêutico, correndo o risco da profissão dispensar as pessoas para sua execução.

Astronautas

Ser astronauta deve ser uma das profissões mais legais do mundo, mas pode ser que levar o homem a outro planeta acabe se tornando apenas algo para satisfazer nossos instintos exploratórios, pois a profissão em si poderá ser executada por robôs e IAs tranquilamente. Tanto é que antes de arriscar uma missão tripulada, que oferece diversos riscos à saúde e integridade física de nós, humanos, as agências espaciais como a NASA enviam sondas e robôs exploratórios em primeiro lugar.

Médicos cirurgiões

Hoje em dia muitos cirurgiões já contam com a alta tecnologia para realizar operações delicadas com mais precisão, deixando de lado problemas causados pela possível falha humana. No entanto, pode ser que robôs sejam programados para realizar procedimentos cirúrgicos por conta própria, dispensando as mãos humanas ali no ato.

robô cirurgião

Robô que realiza cirurgias em conjunto a médicos especializados (Reprodução: Divulgação)

Soldados

É isso mesmo: há uma boa possibilidade de que, no futuro, os conflitos sejam resolvidos “no tapa” entre robôs, poupando as vidas humanas dos combatentes. Pode ser que o começo aconteça utilizando soldados robóticos para trabalhos com menos ação, como patrulhamentos de segurança, por exemplo, mas é natural pensar que a evolução deste cenário leve a robôs ocupando o lugar de militares.

Fonte: Top10Mais