Cias aéreas querem equipar aviões com sacos corta-fogo para celuares

Por Redação | 13 de Outubro de 2016 às 20h31
photo_camera Divulgação

Estava demorando. Nos Estados Unidos, depois da onda de incidentes envolvendo fumaça e explosões no Galaxy Note 7, da Samsung, a maioria das companhias aéreas já pensa em equipar suas aeronaves com sacos à prova de fogo para smartphones, impedindo que eles causem danos aos passageiros, à aeronave ou à tripulação caso superaqueçam.

A Delta, por exemplo, já tem planos de equipar sua principal frota com sacos de contenção de incêndio até o final de 2017. Outras grandes empresas aéreas norte-americanas também estão seguindo na mesma direção, como é o caso da Virgin, da America e da Alaska Air Group — esta última, inclusive, já começou a aplicar a medida em seus aviões desde o início do ano.

Apesar de todo o estopim que alarmou as empresas aéreas ter surgido depois que os telefones da Samsung se superaqueceram em viagens aéreas, vale lembrar que, somente neste ano, foram 23 os casos registrados de aparelhos celulares que entraram em combustão, emitiram fumaça, explodiram ou pegaram fogo dentro de aeronaves.

O caso, aliás, é sério e medidas de segurança são essenciais para manter a integridade de todos a bordo dos aviões. Se a moda pega, é possível que logo menos a ideia de equipar aeronaves com sacos corta-fogo se torne uma exigência, não só nos Estados Unidos, como no mundo todo.

Fonte: The Wall Street Journal

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