Empresas de tecnologia estão se recuperando do declínio no mercado de ações

Por Redação | 25 de Agosto de 2015 às 07h50
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Quando o mercado de ações abriu nesta segunda-feira (21), as notícias não eram muito animadoras para as empresas públicas de tecnologia. O Facebook apresentou uma queda de 12,1%, enquanto a Apple caiu 10% e o Google 6,5%. Porém, ao longo do dia, a situação foi melhorando e as companhias começaram a demonstrar recuperação, com a Apple abrindo o caminho.

Em uma medida incomum, o CEO da Apple, Tim Cook, enviou um e-mail ao apresentador da rede de televisão CNBC, Jim Cramer, com algumas observações sobre a atual situação. "Eu recebo atualizações sobre o nosso desempenho na China todos os dias, incluindo essa manhã, e eu posso dizer que nós continuamos experimentando um forte crescimento do nosso negócio na China entre os meses de julho e agosto", escreveu o executivo para tentar acalmar os ânimos dos investidores após a China apresentar seu pior dia de negociação desde 2007.

A estratégia de Tim Cook parece ter dado certo, uma vez que a Apple começou a apresentar melhorias nos números do dia e subiu 11,3% em comparação com o preço de abertura das suas ações na última manhã. Outras empresas do setor também estão se beneficiando desta confiança reconquistada. Uma rápida recapitulação nos mostra alguns desses números:

  • Google está com uma queda de 1,5%, com suas ações chegando a US$ 603,20;
  • Microsoft apresenta queda de 1,7%, para US$ 42,34;
  • Facebook (uma das empresas mais afetadas do dia) agora apresenta queda de apenas 1,8%;
  • Netflix apresenta queda de 0,76%, para US$ 103,17 por ação;
  • PayPal vê uma queda de 0,18% em suas ações, que estão sendo comercializadas a US$ 34,19;
  • Amazon apresenta queda de 3,78%, para US$ 475,78;
  • Twitter tem queda de 3,94%, para US$ 24,85.

A maior preocupação do mercado continua sendo em relação à economia chinesa, que está mostrando claros sinais de fraqueza. Muitas empresas de tecnologia dependem do mercado chinês para impulsionar seu crescimento, fabricar seus produtos e vendê-los. Empresas como Google e Facebook não devem ser muito afetadas, uma vez que seus principais sites, bem como suas unidades de publicidade, são proibidos por lá. Mas as demais empresas devem avaliar cuidadosamente os riscos de longo prazo na China.

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Via Tech Crunch

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