Lyft ganha suporte para várias paradas em uma única corrida

Por Redação | 08 de Agosto de 2016 às 16h14

Uma função bastante requisitada pelos usuários chegou nesta semana ao Lyft, que permite, agora, que mais de uma parada seja adicionada a uma corrida diretamente pelo aplicativo. Tais informações podem ser dadas antes mesmo de o usuário entrar no carro, com o próprio GPS indicando o caminho mais rápido e seguro, de forma a privilegiar a economia de gasolina, tempo e dinheiro para motoristas e passageiros.

Claro, isso sempre foi possível, mas antes, tais orientações deveriam ser dadas verbalmente ao condutor. O sistema do Lyft fazia o cálculo do trajeto e dos valores automaticamente, mas para a empresa, a necessidade de uma ajuda digital era essencial, não apenas para facilitar a descoberta do melhor trajeto, como também para garantir maior agilidade no atendimento ao passageiro atual e também aos próximos.

Assim como acontece no Uber e outros serviços, um motorista do Lyft pode aceitar uma corrida enquanto estiver finalizando a anterior, conforme detectado pelo sistema. No caso de alterações verbais no percurso, entretanto, ele não pode fazer isso, o que acabava gerando mais espera por parte de usuários e interferindo na habilidade dos condutores de pegarem as próximas corridas.

De acordo com a empresa, a funcionalidade é boa para quem, por exemplo, pegar um carro em grupo, com cada um dos passageiros sendo deixado em casa. Ou, então, em uma modalidade que também acontece bastante, as paradas rápidas em um posto de gasolina para compra de bebida, por exemplo, passam a ser cobradas mais adequadamente, melhorando o funcionamento de toda a plataforma.

O Lyft afirma que apenas 5% de suas corridas contam com instruções sendo dadas verbalmente ao motorista, ou cujos destinos são alterados durante o trajeto. A funcionalidade vem então para atender a uma demanda que, mesmo pequena, representa alguns milhares de corridas em todos os países no qual o serviço atua. A mudança vem para facilitar a vida de uma bela parcela de usuários e motoristas – mas não no Brasil, onde o Lyft ainda não atua.

Fonte: The Verge

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