Com concorrência do Uber, preço de alvarás de táxi estão em queda livre

Por Redação | 12 de Julho de 2016 às 18h25
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De acordo com a Folha de S.Paulo, a prefeitura de São Paulo passou a legalizar a venda de alvarás de táxi na cidade. Na verdade, o comércio estava liberado desde novembro do ano passado, quando foi instituída modalidade de táxi preto, mais luxuoso.

A medida parece coincidir com a chegada do Uber, aplicativo que permite chamar carros com motorista para levar o usuário aonde ele quiser. Na prática, é como um táxi, mas toda a dinâmica é ditada pelo app, que também faz a cobrança. Nessa modalidade, não é exigido alvará, o que tem causado a revolta dos taxistas.

Pelo menos uma oferta de venda de alvará foi feita à reportagem do jornal, no valor de R$ 120 mil (com carro incluso). Isso representa uma queda de cerca de 30% em relação aos valores tradicionalmente praticados (até o final do ano passado, podia ser superior a R$ 170 mil). Se não incluir o veículo na conta, a desvalorização chega a 50%.

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Existem na cidade 34 mil alvarás de táxi, que foram sorteadas desde 1969, quando a atividade foi regulamentada. O documento é hereditário, mas sua venda era proibida. No entanto, sempre houve um comércio ilegal, no qual as licenças eram "doadas" para interessados, mas somente se houver pagamento.

No caso do táxi preto, a outorga custa R$ 60 mil, que deve ser paga à prefeitura. A administração municipal também fica com 15% desse valor caso haja uma transferência.

Com informações da Folha de S. Paulo.

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