Criadores do Secret negam que aplicativo será encerrado

Por Redação | 30 de Março de 2015 às 07h46

O polêmico aplicativo de mensagens anônimas Secret deu o que falar em 2014. Entre proibições e ações judiciais, o app ficou quase quatro meses fora do ar e voltou depois de passar por uma reformulação. Durante o seu auge, o Secret virou febre em todo o mundo, inclusive no Brasil, onde o ciberbullying e a pornografia reinavam absolutos. Após sua "reforma geral", o Secret se tornou mais minimalista e integrou novos recursos, como bate-papo sem imagens.

Passado todo o furor, surgiram rumores de que a empresa por trás do aplicativo estava considerando buscar o apoio de uma incubadora de empresas para elaborar uma nova direção para a startup, abandonando, assim, o projeto do Secret. Porém, o CEO, David Byttow, negou essa possibilidade.

Em entrevista, o executivo disse que eles "não têm planos de encerrar o aplicativo do Secret, ou colocar a empresa em uma incubadora". Ele disse ainda que sua equipe está trabalhando em uma série de novidades e "não poderia estar mais animado para compartilhá-las quando estiverem prontas".

O Secret teve um ano turbulento em 2014. Após o sucesso inicial e uma série de rodadas de financiamento que renderam US$ 25 milhões, sua popularidade diminuiu drasticamente.

Em janeiro de 2015, o cofundador Chrys Bader-Wechseler deixou a companhia alegando visões diferenciadas de como poderia salvar o aplicativo. Este mês, outro engenheiro-chave do projeto também pulou fora do barco para lançar um novo aplicativo de streaming para o Twitter, o Periscope.

Via TechCrunch

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