McAfee lista os 12 golpes mais comuns no final do ano; proteja-se

Por Redação | em 09.12.2014 às 09h06

Hacker

O final do ano está chegando e não é apenas o comércio que quer aproveitar para aumentar as vendas e multiplicar os ganhos. A temporada, cujo pontapé inicial foi dado pela Black Friday, é sempre muito lucrativa para os hackers, que utilizam da busca dos internautas pelas melhores ofertas para aplicar golpes, roubar dados e instalar malwares nos computadores dos usuários.

A expectativa, como sempre, é de crescimento no mercado do comércio eletrônico. Infelizmente, esse dado normalmente é acompanhado por um aumento no número de crimes virtuais cometidos contra vítimas incautas, que caem em golpes muitas vezes manjados e até conhecidos por eles, mas, mesmo assim, acabam contagiados por oportunidades incríveis e, na maioria das vezes, fora do comum.

Anualmente, a firma de segurança McAfee publica a lista das 12 ameaças online mais comum no final de ano. Confira a versão 2014:

  • E-mails falsos oferecendo ofertas e promoções: aqui, vale a orientação de sempre. Desconfie de preços fora do comum ou condições de pagamento incríveis e evite clicar em links recebidos por e-mail;
  • Propaganda enganosa em sites e redes sociais: tais anúncios estão sempre oferecendo produtos abaixo do valor comum. Vale a máxima do quesito anterior – o melhor é não clicar, ou, então, pesquisar em um site legítimo;
  • Instituições de caridade que não existem, mas pedem doações por e-mail ou redes sociais: uma pesquisa online pode permitir descobrir, rapidamente, se a tal organização realmente existe, ou, então, revelar outras mensagens de usuários que, infelizmente, já caíram no golpe;
  • Malwares em pontos de venda para roubo de dados: aqui não há muito que possa ser feito. A indicação é sempre comprar em estabelecimentos reconhecidos e desconfiar de qualquer alteração suspeita nos equipamentos. Ficar de olho nas faturas também é uma boa opção, com o usuário devendo entrar imediatamente em contato com o banco em caso de qualquer transação suspeita;
  • Aplicativos maliciosos para sistemas operacionais mobile: a indicação da McAfee e também das fabricantes é sempre baixar softwares das lojas online oficiais e ficar de olho nas avaliações de usuários quanto à integridade das soluções;
  • Cartões de fim de ano com links que levam a sites de phishing: mais uma vez, a dica é não clicar em links por e-mail, principalmente se eles vierem de fontes desconhecidas;
  • Links com ofertas de viagem: os hackers também se aproveitam dos recessos de final do ano e oferecem condições especiais para quem quer passear. O resultado, porém, sempre é uma grande dor de cabeça;
  • Golpes bancários por telefone: aqui, hackers telefonam para os usuários afirmando que a conta foi comprometida e exigindo a senha ou outros dados do cliente. A dica é simples: não forneça nenhum tipo de informação e, caso acredite que a pessoa do outro lado da linha está falando a verdade, encerre a chamada e entre em contato, você mesmo, com o banco;
  • Instalação de dispositivos de clonagem em caixas eletrônicos: uma verificação visual, normalmente, é capaz de identificar tais equipamentos. Caso eles estejam na parte de dentro, porém, a coisa fica mais difícil. A dica aqui é a mesma dos pontos de venda, ficar de olho nos extratos e tomar atitudes rápidas em caso de qualquer suspeita;
  • Links falsos que levam a retrospectivas de final de ano e instalam malwares: evite acessar sites considerados suspeitos e, mais uma vez, nunca clique em links enviados por e-mail;
  • Roubo de celulares, tablets e notebooks durante festas, viagens ou esperas na fila: essa é uma dica que vale para a vida – sempre fique de olho em seus pertences e, em caso de roubo, bloqueie os equipamentos o mais rápido possível;
  • Drives USB dados como brinde e recheados de malwares: evite ao máximo o uso desse tipo de dispositivo em seu computador pessoal.

Além disso, a McAfee informa que as medidas de segurança válidas durante todo o ano não devem fazer parte de sua rotina na temporada de compras. Desconfie de tudo aquilo que parecer suspeito e mantenha antivírus e firewalls sempre atualizados e funcionais. Além disso, caso tenha uma empresa, garanta que seus funcionários conheçam a dimensão das ameaças online e saibam proteger os dispositivos que contêm dados confidenciais da companhia.

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