Microsoft abandona suporte para versões antigas do Internet Explorer

Por Redação | em 12.01.2016 às 10h54

Internet Explorer

Esta terça-feira (12) marca o fim definitivo do suporte às versões 8, 9 e 10 do Internet Explorer, conforme vinha sendo informado pela Microsoft desde julho de 2014. É claro, para os usuários, tudo continua funcionando, mas a diferença é que o browser deixa de receber atualizações e correções de segurança, o que pode colocar muita gente em risco caso sejam descobertas falhas e bugs que possam ser explorados por hackers.

Sendo assim, a única versão do Internet Explorer que continua ativa é a 11 e a recomendação da Microsoft é que os usuários façam o download dela, ou então passem a utilizar o Edge, o novo navegador que chegou com o Windows 10 e promete trazer ainda mais confiabilidade que as antigas versões, além de uma integração maior com o sistema operacional e o uso da assistente de voz Cortana para diversas ações.

O fim do suporte a qualquer tipo de aplicativo sempre é algo complicado, principalmente por envolver a obsolescência de máquinas mais antigas e uma impossibilidade, para algumas pessoas, de se atualizarem. No caso do Internet Explorer, entretanto, esse problema parece ser um pouco maior, já que de acordo com dados da NetMarketShare, quase 20% dos usuários de internet ainda utilizavam as versões 8, 9 ou 10 do navegador em dezembro. Esse número deve ser reduzido com o incentivo à mudança, claro, mas não a ponto de se tornar uma pequena fatia desse total.

O principal problema é que todo esse total passa a ser mais vulnerável a ataques e explorações por hackers, um problema que se tornou constante na vida de usuários do Internet Explorer e um dos motivos por trás da mudança de marca. Vulnerabilidades continuarão a ser divulgadas na imprensa e por meio de veículos oficiais, mas a partir desta terça quem utiliza o navegador não poderá fazer nada a esse respeito a não ser trocar de solução.

Além do Internet Explorer e do Edge, outras opções possíveis são os navegadores Chrome, do Google, e Firefox, da Mozilla, ambos ganhando cada vez mais espaço justamente devido às falhas e funções inexistentes nas soluções da Microsoft. Como principal destaque, por exemplo, está a ausência de extensões, que a empresa já prometeu incluir no Edge, mas por enquanto não fez nada a respeito.

Fontes: Microsoft, Engadget

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