Pesquisa do Google revela que brasileiro é hiperconectado e hiperinformado

Por Redação | em 19.08.2014 às 17h25

no celular

O Google divulgou nesta terça-feira (19) o resultado de uma pesquisa que visa entender os hábitos de consumo online do brasileiro. O anúncio foi feito durante o primeiro dia do Think with Google 2014, evento direcionado para profissionais e lideranças de todos os setores. 

De acordo com a gigante da internet, atualmente o brasileiro vive uma realidade de hiperconexão, hipermobilidade e hiperinformação. Para se ter uma ideia, hoje 74% da população entre 16 e 49 anos das classes A, B e C vivem conectada. Esse número tem crescido sobretudo entre os brasileiros que acessam a internet por meio de dispositivos móveis: enquanto 29% dos brasileiros possuem smartphone, 45% de jovens entre 16 e 34 anos possuem o gadget

O Google também revelou que em apenas um ano o número de brasileiros que usam três ou mais telas cresceu em 10 milhões. No ano passado, quando a primeira pesquisa sobre o tema foi divulgada, havia mais de 30 milhões de usuários multitela no Brasil. Hoje esse número é de 40 milhões. 

"Em um ano, um número de brasileiros equivalente à população de Portugal passou a integrar este batalhão de estar conectado o tempo todo e cada vez menos na frente do desktop", destacou Maria Helena Marinho, líder da área de pesquisas de mercado do Google no Brasil. 

O uso de tablets e smartphones também apresentou crescimento em todas as faixas etárias se comparado com os anos de 2012 e 2013. Em 2012, por exemplo, as faixas etárias de 16 a 24 anos e de 25 e 34 anos registravam taxas de 27% e 20% de adoção de smartphones respectivamente. Hoje esse percentual subiu para 49% e 45%, respectivamente. 

O número é relevante porque é esse pessoal que constrói o que o Google chama de "característica hipermóvel", que faz pesquisas, se informa e consome usando dispositivos móveis. 

"O brasileiro já está hiperconectado, hipermóvel e hiperinformado e este modo de agir representa oportunidades para todos os setores da economia", disse Marinho. "É necessário entender quem é este novo consumidor, definir estratégias e criar um diálogo engajador através das mesmas ferramentas onde ele está", finalizou a executiva. 

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